domingo, 24 de novembro de 2013

Brincando com brincadeiras...

 Olá!
imagem da internet/ brincadeiras de criança

    Todo mundo já teve aquele dia de saudade, saudade da infância que ficou guardada com carinho na memória. E para quem acha que saudade é um sentimento ruim, vale lembrar que graças a essas lembranças, podemos trazer para os nossos filhos, um pouco do passado, com brincadeiras que nos levavam para o quintal, para os parques e para as ruas. Tinhamos que vencer as barreiras da vergonha para ter um número grande de amigos, o que tornava a brincadeira mais legal. Hoje em dia, vejo pelos meus filhos, que com o crescer exageradamente rapido da tecnologia nos jogos eletrônicos, as crianças querem cada vez menos ir brincar ao sol e fazer amigos pessoalmente, isso me preocupa muito, primeiro pelo fator saúde que fica fragilizado, pois a criança deixa se exercitar contribuindo para o aumento do indice de obesidade infantil, deixa de absorver luz solar e entrar em contato com a natureza, segundo pelo fator de socialização com o outro, eles conhecem amigos pela internet, e fica dificil de se ter controle sobre a veracidade das informações que estão sendo passadas pelos colegas onlines.
    Não sou contra a tecnologia na infância, inclusive já fiz um post defendendo o uso dos jogos pelas crianças, apontando seus aspectos positivos, desde que eles tenham uma supervisão e tempo limite de uso diário.
    Sei que é muito mais fácil entregar uma telinha na mão do filho e deixar ele lá quietinho no seu mundo de games, do que colocá-los no carro e ir atrás de um parque ou praça, pois hoje em dia, dificilmente se consegue deixar crianças brincando na rua sem que corram algum risco. 
    Mas como mãe, priorizo aspectos humanos no desenvolvimento dos meus filhos, aspectos que não quero deixar apenas sob a responsabilidade dos educadores na escola. Se eu não ver meu filho interagindo com outras crianças, como posso ajudar ele a montar seu carater, sua moral, ou seja o diferenciador entre um adulto integro e outro que vive na desordem e no caos.
    Pensando nisso, vão surgir aqui no blog, uma série de posts, relembrando brincadeiras de antigamente. Hoje vou colocar dois videos, de brincadeiras que podem ser realizadas em um espaço pequeno, vale até o quintal de casa ou a área de lazer de um condomínio.
    Vamos lá lembrar como se joga pião...


    A próxima brincadeira é bolinha de gude, essa da pra jogar até nos dias de chuva, na sala de casa...
   
     Espero que gostem, relembrem e principalmente ensinem seus filhos...
Um grande beijo
Bianca Dias
Brincadeiras de criança

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Crianças e jogos eletrônicos

Oi pessoal!
imagem da internet/ crianças e games



    Vamos conversar um pouquinho sobre um assunto que causa bastante polêmica, os famosos videogames.     
    Hoje em dia é comum vermos crianças cada vez mais pequenas agarradas aos ipad’s, ipod’s, nintendos DS, joistickers, entre outros.  A facilidade dessa nova geração y é impressionante, ainda mais quando o assunto é tecnologia, eles não tem receio ou medo de sair apertando todos os botões e ir acessando todas as páginas que vão aparecendo, na busca incessante dos seus joguinhos favoritos. Há quem admire essa facilidade e não se incomoda em ver o filho de dois anos entregue ao mundo eletrônico, mas é preciso dosar o tempo que a criança fica conectada.
    O mito de vício em jogos eletrônicos  assusta muitos pais, e esses formam uma barreira intransponível na insistência de seus filhos. Vamos analisar os games por um lado que talvez você ainda não tenha ouvido falar com frequência.
    Sou mãe de dois meninos, um com apenas três anos e outro de cinco, ambos adoram jogar e cada um já tem seus games favoritos. No começo, confesso que fiquei  um pouco resistente, mas como minha politica em casa, é vamos experimentar para poder criticar, decidi acompanhá-los. Ao longo de um mês, pude avaliar alguns aspectos  comportamentais que estavam  surgindo nos meus pequenos e eles eram positivos.
   Eles estavam aprendendo a compartilhar sem a insistente voz materna perturbando “Divide o brinquedo”. Apesar de terem várias opções de aparelhos para jogar, eles criaram uma amizade diferenciada, pois um quer acompanhar o outro, torcer junto e dar dicas. Sendo assim acabam compartilhando o aparelho com o jogo escolhido.
    Aprenderam que perder faz parte do jogo, e com isso foi vencida a difícil lição de perder na vida, para o mundo infantil deles foi ótimo, pois agora sabem perder no futebol, no pega-pega, na corrida e não ficam frustrados chorando, e menos ainda agredindo o coleguinha que ganhou, ao contrário aprenderam a admirar o coleguinha que ganha. Cheguei a presenciar o mais novo dando a vez para o irmão mais velho na hora de jogar porque ele queria ver o irmão ganhar.
    Começaram a respeitar a opinião e vontade um do outro, quando um enjoa do jogo e pede para trocar, no inicio havia uma certa resistência do outro, mas com o passar dos dias isso sumiu e eles estão se entendo sem minha intervenção.
    Desenvolveram destreza nos comandos  o que é ótimo para a coordenação motora e consequentemente acelera o processo de desenvolvimento da escrita, foi fácil perceber isso, pois o mais velho não tinha jogos  em casa quando começou a treinar a escrita das letras, e, comparado com o irmão que já foi para a escolinha sabendo desenhar as letrinhas, e foi pouco estimulado por massinha ou ajuda, ele simplesmente pegou a caneta e escreveu o primeiro nome sozinho, apenas olhando para o que eu tinha feito de modelo, nunca precisei pegar na mãozinha dele e ajudar.
    Aumentou a percepção visual deles, eles estão prestando atenção em detalhes, que antes eram esquecidos, e também começaram a incorporar um senso critico sobre o designer  dos jogos, dizem quando o gráfico está bom ou não, quando as fases vão aumentando a dificuldade já sabem dizer se ficou difícil de repente ou se foi aumentando gradativamente.
    Portanto, se soubermos estar presentes na rotina dos jogos controlando tempo e conteudo, vale a pena deixar os pequenos mergulharem nessa aventura digital.
   
imagem da internet/ games e familia
    Hoje em dia, as empresas que desenvolvem softwers de jogos e aplicativos para telefonia e internet, já perceberam que esse público pequeno vem crescendo com força, e estão criando cada vez mais produtos voltados para ajudar na educação infantil.
    
Boa brincadeira de criança a todos.
Bianca Dias.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Crianças e seus bichinhos de estimação...




Olá pessoal

imagem da internet

  Este blog esta me dando um prazer pessoal imenso. Adoro ser mãe, sou louca pelos meus dois pequenos molequinhos e por suas travessuras, claro que, como toda boa mãe, tenho a função de ser rígida e ensinar as diferenças do certo e errado, por mais que a vontade seja de dar boas risadas em alguns casos. Pensando nisso, resolvi dar essas risadas aqui com vocês, aposto que muitos leitores, que já são pais e mães, irão se identificar entre uma história e outra.

    Meu filho mais velho vivia me pedindo um cachorro, ele tem cinco anos e estou sempre conversando com ele sobre a responsabilidade de se ter um bichinho de estimação, explico que eles precisam de comida, água, passeio e de higiene. Sempre que começo a descrever esta lista e pergunto se ele irá conseguir cumprir a agenda de cuidados do cachorrinho todos os dias, ele desiste rapidamente e diz que ainda não está preparado.  Entendo que o João some a essa desistência certo pavor que ele tem de cães, não podemos ir a casas de amigos com cachorros soltos no quintal, a não ser que os donos não se incomodem de segurar seus pets para que o João entre atarracado no meu colo.
    Essa semana alguma pessoa sem bondade no coração abandonou no quintal da casa da minha mãe uma gatinha, mansa, brincalhona, ainda bebezona, estava toda suja de graxa e bem magrelinha. Meu filho mais novo, Lucas, tem verdadeira paixão por qualquer animalzinho, pode ser até passarinho que ele enlouquece, mas nunca havia me pedido para ter um em casa.
    Tamanho foi o encanto dele pela gatinha, que se enxeu de coragem e veio com aquela vozinha típica da idade de transição de bebê para menino, aquela vozinha que quando a gente escuta fica difícil dizer não, colocou as duas mãozinhas perto da boca unidas como se estivesse fazendo uma oração para o papai do céu e disse:
_Favoginho  mãeginha! Deixa eu cuida da gatinha.
    Comecei com o mesmo discurso sobre responsabilidades, mas fui interrompida na primeira frase, aquele menininho sapeca estava sempre por perto quando o irmão pedia seu cachorro e para minha surpresa já havia decorado meu discurso.
_ Já xei! Comida, passea, água, limpa...
   Não tive como resistir, primeiro perguntei  para o irmão o que ele achava, se estava com medo da gatinha?
_Ela é boazinha mãe, até fiz carinho na cabeça dela...
    Enfim a gatinha veio para casa, quem escolheu o nome foi o Lucas. A mais nova integrante da minha família se chama Pink, chegou hoje, tomou banho, passou remédio para pulgas, ganhou um cobertor bem fofinho de quando eles eram bebezinhos e estava reservado para doação, ganhou seu espaço próprio em um espaço bem grande da lavanderia, com pipicat, vasilhas para ração e água.
    E vocês querem saber se o Lucas cuidou da gatinha?
_Mãe...Mãe quero cuida dela, põe ela aqui no meu colinho...
    E foi tudo o que ele fez! Kkkkk
    Mãe é mãe, agora é ter paciência para ir ensinando devagarzinho eles a cuidarem da Pink, e eu espero que ela sobreviva, porque além da ração hoje eles já queriam oferecer tudo que estavam comendo para a pequenina, de pipoca a bolacha trakinas. E com toda calma vou explicar.
_ Não pode dar a comidinha de vocês para ela, senão ela vai ter dor de barriga.
O Lucas mais que depressa.
_ A gente leva ela no Doto João, ( nome do pediatra deles) kkk.
    E o João acrescenta.
_Se ela fizer coco mole é só a gente dar maçã pra ela comer.
   Tem como não rir... Além de tudo ela escolheu uma parte do meu raque como quarto. Só não enlouqueci porque ela sabe usar direitinho o pipicat.
 


Bem vinda Pink
Beijos a todos
Bianca Dias

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

"CRIANÇAS NO JARDIM"




Tenho uma varanda e um canteiro longo, nela eu e meus pequenos temos vários minijardins, alguns feitos por eles sem minha ajuda, já no canteiro plantamos coisas do tipo morango, batata doce, hortelã, manjericão, salsinha e tomatinho cereja, isso despertou a curiosidade deles para provar estes ingredientes quando preparados no almoço.
Dessa forma posso ir fazendo um rodizio do que será plantando, incorporando alimentos que eles recusam no dia a dia, para transformar a brincadeira do plantar em experimentar.
A calma por estar mexendo com elementos da natureza também são visiveis, quando bricamos lá fora, regar as plantas é igual a banho de mangueira e tudo vira diversão, o que resulta em gasto de energia “e eles tem muita”, e como resultado aquele soninho a noite vem com apenas uma boa estória.
Faça o teste, não use desculpas do tipo moro em apartamento ou não tenho espaço, ou não tenho tempo.
Este é um exemplo de minigardem, feito pelos meus filhos de cinco e três anos, utilize suculentas, são plantas que duram e exigem muito pouca água, o que não irá tomar muito tempo para cuidar e preparar estes jardins, não demorou mais que meia hora.


Bons momentos com crianças e jardins a todos!